Sobre os Saltos Ornamentais

As acrobacias e a plasticidade dos saltos ornamentais fazem da modalidade uma das mais belas e complexas do mundo aquático. O nível técnico e o grau de dificuldade do esporte exigem dos atletas um preparo físico e psicológico elevado. Quanto maior for a altura, melhor será o salto e os movimentos, e quanto mais reta a entrada com o mínimo de água espalhada, maior será a pontuação.

A história dos saltos ornamentais tem origem na Grécia Antiga, praticado por moradores próximos à costa. Contudo, a primeira prova documentada data de 1871 numa competição realizada em Londres, utilizando a ponte como plataforma.

A modalidade foi incluída nos Jogos Olímpicos em 1904, em Saint-Louis e contou apenas com a participação masculina. A estréia das mulheres aconteceu em 1912, em Estocolmo. A estréia do Brasil aconteceu em 1920, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia.

A melhor colocação internacional brasileira veio com o saltador paulista, Milton Busin, do Clube Espéria, sexto colocado no trampolim em Helsing-1952.

Existem três tipos de saltos ornamentais como trampolim de 1m e 3m e plataforma de 10m. Em São Paulo, as equipes pertencem ao Esporte Clube Pinheiros e o Clube Semanal de Cultura Artística de Campinas.

A Federação Aquática Paulista organiza o Circuito Estadual, dividido em seis etapas. Clique aqui para visualizar a matéria especial feita para o Jornal Aquática Paulista.

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